sábado, 26 de março de 2011

O PRAZER DO SURF



Poucos esportes te mantêm tão integrado com a natureza como o surf. Você vai a uma praia, entra no mar, passa o dia todo remando pra lá e pra cá, busca a onda perfeita e quando ela chega… hora de remar ainda mais rápido e ‘dropar’ a bendita fazendo as mais loucas manobras que veem à sua cabeça.

Além do impagável prazer de se estar dropando ondas a todo o momento, pegando tubos e voando em aerials, há também o prazer de estar sentado sobre a prancha e admirar o conjunto natural de uma praia. De onde você está é só água e mais água. Num segundo plano toda uma paisagem: areia, pessoas, mata nativa, coqueiros, encostas, pedras…

É como uma música, só que sem música. Você está na música.

Dependendo da praia é um silencio só, ninguém na areia, muito verde, muitos coqueiros. O único som é o das ondas quebrando, ou do seu melhor amigo, também surfista, te convidando para remar até depois da rebentação para pegar a próxima onda.

Quer algo melhor que isso?

Dá pra melhorar: uma praia com água morna e transparente, você descendo a onda e vendo lá no fundo conchas, estrelas-do-mar, cardumes de pequenos peixes…

Mas têm dias que as ondas não estão tão tubulares, nem tão grandes, mas estão lá. E aí? Nada te impede de pegar sua prancha e remar pra lá e pra cá. Sentar na prancha e ficar num bom papo com seu melhor amigo, ou se estiver só, ficar pensando na vida e deixando os problemas pra lá.



Os benefícios para os músculos, para o condicionamento físico e, principalmente, para a cabeça são inquestionáveis. Talvez o único ‘contra’ de ser um surfista esteja nos rótulos que te darão: dizem que surfista é vagabundo e maconheiro. Não concordo, há os entusiastas deste esporte que trabalham e não estão nem aí para a maconha. Normal.

Mas entre um bom dia de surf e os rótulos, nem penso duas vezes.

E aí, te convenci?

Então bora cair nalgum pico por aí!

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